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Vereador José Fernando alerta: Secretário da Cultura e Esportes em 2006 vai ter que devolver dinheiro da pista de skate aos cofres públicos
O Vereador José Fernando (PP), em reunião da Câmara de Vereadores, mais uma vez mostrou indignação com as respostas evasivas que recebeu do Executivo a respeito da Pista de skate que deveria, desde 2006, estar construída na praça Acanguaçu.
Segundo o vereador, analisando os balancetes da Prefeitura observou que o recurso foi utilizado mas a pista de skate não foi construída, “com certeza não foi erro do pessoal da contabilidade da secretaria da fazenda, isso eu tenho certeza pois conheço o pessoal que ali trabalha, disse o vereador”. Enquanto o ver. José Fernando discorria a respeito, o atual secretario da educação e esportes e que na época era o secretario da cultura e esportes, assistia a sessão da câmara tranquilamente encostado na parede de touca de lã na cabeça, isso que o vereador afirmou que o secretario da época vai ter que devolver aos cofres públicos, e corrigido, o dinheiro que veio para a construção da pista de skate, é o que o vereador vai pedir, caso não tenha uma resposta cabível a respeito do assunto.
Reportagem: Marcos Schwab
A Câmara de Vereadores de Canguçu aprovou no dia 09 de agosto a mensagem 068/2010, de autoria do executivo municipal, instituindo a "Gratuidade nas Linhas Comuns de Transporte Coletivo Municipal de Passageiros às Pessoas com Deficiência Física, Mental e Sensorial”.
Representantes das empresas de ônibus, contrários a medida, realizaram inscrição na coordenadoria da presidência para manifestação sobre a matéria, mas não compareceram na sessão.
Um grande número de pais, alunos e professores da APAE de Canguçu, estiveram presente na sessão e aplaudiram os vereadores após a aprovação por unanimidade das matérias.
Na mesma sessão foi aprovada a contratação de serventes para a escola Carlos Soares,na Nova Gonçalves - 2º distrito de Canguçu-RS. Para a contratação foi necessária a mudança na lei 3.460/2010, que no seu artigo 1º previa contratação de pessoas que estivessem na fila de espera para serem chamadas em concurso público. Como muitos aprovados não aceitaram os contratos o serviço acabou ficando vago. Agora a mudança da lei permite a contratação de pessoas de livre escolha do executivo, inclusive da própria comunidade da Nova Gonçalves.
A reunião do dia 2 de agosto, do Poder Legislativo Municipal esteve bastante movimentada e um dos pontos altos foi o pronunciamento do Ver. Arion Braga a respeito do atendimento do Pronto Socorro do Hospital de nossa cidade. Primeiro ele falou do absurdo de um único médico estar de plantão por mais de 72 horas no Pronto Socorro do Hospital, fato esse comprovado pelo mesmo.
Outro fato relatado pelo Vereador, aconteceu com sua irmã que necessitou do atendimento para sua filha no pronto socorro e foi cobrado pelo médico pediatra de plantão o valor de cento e cinquenta reais para fazer o atendimento, o que segundo o Vereador foi pago em cheque para o médico.
O interessante é que o Vereador Arion Braga, ao saber do fato, foi ao hospital questionar essa cobrança, afinal a prefeitura não repassa recursos para que a população não precise pagar o médico especializado que esteja de plantão?! Foi o questionamento do vereador, que ao chegar no hospital não encontrou mais o médico pediatra que havia atendido a sua sobrinha, não satisfeito o vereador procurou a secretaria de saúde Alice Squeff, telefonou para o prefeito, enfim queria saber porque sua irmã foi cobrada por um atendimento que é dito pela prefeitura que é de graça?!
Na sequência de seu pronunciamento, o vereador relatou que ao chegar no Pronto Atendimento, para falar com a secretaria da saúde, Alice Squeff, deparou-se com os administradores do hospital esperando-o para devolver os cento e cinquenta reais, em dinheiro isto que sua irmã havia pago com cheque e explicar as razões da cobrança. Explicações essas que não convenceram o vereador, que questiona o prefeito municipal sobre essa cobrança, bem como de demais ações na saúde que é muito propaganda, são muitos padrinhos para os equipamentos que chegam para o Pronto Atendimento, por exemplo, mas ou não funcionam ou não tem fichas suficientes para atender a população necessitada, que aí se quiser vai ter que pagar para fazer uma ultrassonografia.
No meu programa Kerb Repórter, coloquei no ar o pronunciamento do Vereador Arion Braga, e comentei que sabia de pessoas que haviam sido cobradas para receber o mesmo atendimento, e portanto também teriam o direito a devolução, recebi diversas ligações de pessoas que também foram cobradas, até o vereador recebeu ligações enquanto eu discorria a respeito do assunto no programa Kerb Repórter.
Fica o questionamento: porque só a irmã do vereador teve o dinheiro devolvido da consulta? Pelo visto, indevidamente cobrada. E os demais que também foram cobrados e pagaram, como ficam?
Procurei o vereador Arion para entrevistá-lo a respeito do assunto, mas não tinha tempo na oportunidade para se pronunciar, mas afirmou-me que vai estar no programa para falar mais a respeito da questão.
Mas vai a dica para quem necessitar de atendimento de médico pediatra do pronto socorro do hospital, antes peça para o Vereador Arion Braga, acompanhá-lo com ele junto é de graça...
Reportagem: Marcos Schwab
Presidente João Durão x Ver. Ubiratan
Na sessão da câmara de vereadores do dia 26 de julho, aconteceram grandes debates entre os vereadores, destaque para o debate final entre o presidente João Durão e o vereador Ubiratan Rodrigues, o assunto foi adequação do Poder Legislativo a PEC 58. Após a explanação do presidente a respeito das medidas tomadas, principalmente quanto a exoneração imediata de 20 cargos de confiança, o que alguns vereadores não concordaram, principalmente o vereador Ubiratan (PP) que manifestou-se contrariado com a decisão do presidente, pedindo inclusive sua renúncia a presidência da casa o que gerou um tremendo “bate-boca” entre eles, onde o presidente da casa chamou o vereador Ubiratan de “ignorante” e “vereadorzinho” sendo respondido a altura pelo vereador Ubiratan, o que ocasionou o encerramento da sessão, mas o “bate-boca”continuou tendo de serem aparteados pela turma do “deixa disso”.
Pelo que acompanhamos nos bastidores, há controvérsias a respeito do assunto, mas não acredito que o presidente João Durão tenha tomado a pior das decisões, pois assessoria jurídica com certeza não lhe faltou, claro que sua decisão pesou pois foram exonerados vinte cargos em comissão, que posteriormente poderão serem readmitidos mas com salários cerca de em alguns casos 70 % menor.
Mas fica a pergunta: O que o Vereador Ubiratan poderia ter feito diferente para manter os CCs?
O que fica de concreto é infelizmente a exoneração dos CCs, o de bom é que os mesmos poderão serem readmitidos mas com seus salários reduzidos, o que é melhor que nada. Ainda segundo o projeto, que será encaminhado a aprovação dos vereadores, haverá isonomia entre os CCs da câmara e da prefeitura, mais um assunto que sempre foi debatido porque os funcionários da câmara tem que ganhar mais que os da prefeitura?! E ainda têm também o cheque alimentação com valor muito maior no poder Legislativo do que no Executivo. Assim acreditamos que há males que vêm para o bem.
Acreditamos que o presidente João Durão, fez a moralização e o saneamento do Poder Legislativo de nosso município, pois os salários e os benefícios pagos em nossa câmara municipal estavam acima da realidade, pois em legislatura passada um coordenador de bancada, por exemplo esteve ganhando mais que um vereador, mas claro, é bom que se frise, nada fora da lei.
Vamos esperar pelos debate das “Nobres Excelências”, muito ainda há de vir respeito do assunto.
Reportagem: Marcos Schwab
O fato é verídico, aconteceu lá pelos idos de 1846, na Armada, 5º Distrito de Canguçu, logo após a Revolução Farroupilha.
O contador foi o “seu” Tarcilo Moreira Mattos, pessoa muito conceituada, fazendeiro, dentista prático, consultor homeopata, veterinário, escritor político, um faz tudo, que residia também na Armada, lá no 5º de Canguçu, já em épocas mais recentes.
“O causo”:
Antônio de Souza Mattos, fazendeiro abastado, proprietário de muitas terras, respeitado, casado com Ana Rodrigues de Sene Mattos, pai de 8 filhos, dentre eles Rafaela de Souza Mattos, que veio a ser a mãe do herói Zeca Netto, por demais conhecido.
Dona Rafaela, jovem prendada e “atraente”, casou-se três vezes; mal enviuvava e já outro matrimônio contraía. Os maridos eram sempre militares. O 1º foi José Cardoso; o 2º, Florisbelo Neto, o pai de Zeca Neto; o 3º, Francisco Caldeira. A duração de cada casamento e a “causa mortis” de cada um dos esposos, fogem ao nosso conhecimento. Sabemos entretanto, que Rafaela veio a morrer viúva.
“Seu” Tarcilo contava, e diga-se de passagem, gostava muito de relatar este episódio:
- Certa vez, nas costumeiras rodas de prosa lá de fora, Antônio de Souza Netto, cunhado de Rafaela, proclamador da República Rio Gandense, herói do Decênio Farroupilha, sem rodeios, pergunta a Antônio de Souza Mattos, pai de Rafaela, qual seria o motivo para tantos casamentos da filha. Ao que “seu” Antônio, não escondendo a contrariedade, bastante amuado e sem pestanejar responde.
- “E eu sei lá das necessidades da minha filha Rafaela?”
O caso correu de boca em boca e até hoje se ouve falar da resposta do velho Mattos.
Cairo Pinheiro
A conclusão antes de tudo: não consigo mais saber a previsão do tempo! Até pouco tempo atrás a expectativa dos minutos que antecediam o Jornal Nacional era marcado pelo furor de saber o que havia acontecido no Brasil e no mundo, mas, meu amigo, hoje a coisa mudou. Certo dia um amigo me ligou dizendo:
- Sei de fonte quente que hoje é a Jatobá!
Acho que é desnecessário comentar que ela é a predileta deste “climatizado amigo”. Mas isso não quer dizer que a Flávia Freire também não lhe desperte alguns sentimentos. Talvez menos intensos.
Agora, não dá pra negar que é quase impossível olhar a previsão do tempo na Globo e manter o foco naquele mapa em 3D. Aliás, é quase impossível manter o foco em qualquer outra coisa que não seja a apresentadora. Olhar aqueles gestos sutis deslizando sobre a telinha, aquelas roupas marcantes contornando as curvas simétricas das moças, enfim, é um espetáculo diário, ao qual nos damos o luxo de brindar em meio ao sensacionalismo manipulador do Jornal Nacional.
Não faz muito que me dei conta do descaso que ando tendo com o tempo, pois estamos presenciando inúmeras catástrofes naturais, enchentes, deslizamentos, secas e etc., e eu ali, completamente alienado disso tudo, paralisado em frente à TV olhando a Jatobá ou a Flavinha (somos íntimos já). Assim não dá. Daqui a pouco posso ser vitima de uma dessas intempéries da natureza e não vou estar preparado para enfrentá-la. Por quê? Porque eu não estava prestando atenção no que deveria estar, ou seja, na previsão do tempo. Tenho tomado banhos de chuva homéricos, tenho passado por calores infernais, tudo isso por pura desatenção. Agora me pergunte sobre a cor da roupa que a Rosana Jatobá estava usando ontem que eu respondo de imediato!
Então meus amigos, não façam como eu, evite gripes, resfriados, e outras doenças causadas pelas inconstâncias climáticas, preste atenção na previsão do tempo, e não nas moças, a não ser que você prefira ter uma gripesinha a deixar de olhar aquelas beldades.
Leonardo Ribeiro Pinto
Divididos. É assim que constantemente nos encontramos: divididos! Parte de nós confia e a outra parte vive preocupada; parte de nós reclama e parte agradece; parte de nós guarda mágoa, rancor quando deveríamos amar e perdoar. Guardamos as ofensas, embora oremos “perdoa as nossas falhas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.” Buscamos o material, mesmo sabendo que nosso tesouro não está nele.
Ansiosos. Somos ansiosos. A ansiedade também é entendida como medo. Medo de algo concreto ou imaginário. Talvez a maior parte das nossas preocupações não sejam reais e nem cheguem a se tornar fato concreto. Contudo, sofremos com antecedência, por antecipação. Situações novas e tensões diversas geram ansiedade. É normal. Entretanto, é prejudicial deixar que isso tome conta de nós. Alguns autores consideram a era moderna, com sua competitividade e consumismo excessivos, suficiente para gerar ansiedade, ou seja, dor no estômago, transpiração excessiva, boca seca, palpitação, dor no peito.
Há um caminho, estreito, contra a ansiedade: a concentração em outros valores, a contemplação, a memória, a gratidão e a ação. Não devemos viver despreocupada e irresponsavelmente, mas precisamos mudar o foco, o objeto da nossa atenção.
Os valores divinos incluem paz, justiça, solidariedade, gratidão, simplicidade, humildade, amor, alegria, coragem. A busca desses é que deve ser prioridade em nossa vida. As consequências dessas conquistas terão desdobramentos à nossa volta e em nossa sociedade. É assim que deve ser. Se os demais bens, necessários para a vida, estiverem sempre em primeiro lugar, perderemos a dimensão da gratidão e do Reino de Deus. Não estamos isentos das lutas, problemas e dificuldades – mas precisamos mudar o foco.
Contemplação. Fico contemplando as flores, sem palavras diante de tanta beleza. Cada fruto da terra cresceu de modo quase invisível, regado pelo bom tempo, pela chuva, pelo cuidado das mãos de quem plantou. Os frutos são a expressão da graça divina e a resposta solidária da terra ao ser humano. Devemos agradecer a Deus pelas pessoas que despertaram para uma consciência ecológica, que lutam pelo cuidado do planeta, que tentam conter a extração incansável dos recursos naturais. Devemos ser como elas.
Memória e gratidão. Por que devemos ser gratos? Porque Deus ouve as súplicas, perdoa nossas culpas, nos quer perto dele e nos ensina a repartir. Porque é a esperança e a justiça. É Criador, Senhor da história, Senhor da natureza, providencia que a terra dê frutos que saciem a fome e sede humana.
Prática. Outro elemento restaurador e que é resultado da gratidão é a prática! Expressar, com ações, nossa gratidão a Deus. Esse gesto alimenta a nossa vida, a nossa esperança, puxa-nos de volta, e sempre, a momentos mais contemplativos, mais agradecidos.
Em tempos de “velocidade máxima”, cobranças excessivas, toneladas de informações, mudanças constantes e poucos referencias fixos, é preciso mudar o foco e olhar para os ipês, as quaresmeiras, os pinheiros, a família, os amigos, os necessitados, enfim, para aquilo que temos. E sempre, sempre para Deus.
Revdo. Paulo Souza
Nas pequenas e médias cidades, as publicaçoes locais são fundamentais para a vida comunitária e ajudam a estabelecer os canais de comunicação que garantem o pluralismo cultural e ideológico.
A existência de um jornal impresso em nosso município é essencial para o exercício do direito dos cidadãos à informação.
Nossa proposta é de um veículo forte e necessário, de muita credibilidade.
O papel que temos a desempenhar é facilitar a comunicação e a compreensão da população dos fatos que estão a ocorrer e a diferença que eles podem exercer em suas vidas. Formas a opinião, estimular a cidadania e a crítica das pessoas.
Por isso, é tão importante a existência desse veículo de comunicação que atua neste papel social.
Com uma posição independente e combativa, o JORNAL PORTAL DO SUL vem com o objetivo de formar opinião e influenciar os rumos do nosso município.
Uma das características do JORNAL PORTAL DO SUL será a questão da proximidade. As pessoas têm interesse em saber o que acontece perto delas, o jornal vai ter a identidade de uma comunidade onde o individuo está inserido.
Nosso maior compromisso será a informação isenta, clara, direta e aberta ao leitor.
Estamos cientes da importância de jornal impresso em Canguçu para construção de uma sociedade mais justa.
Vamos apresentar fatos com relevância e impacto local, sempre de acordo com a cultura de nossa gente. Assuntos de interesse público, pois a população espera encontrar notícias de sua cidade quando abrem um jornal. A criação do jornalismo local incentiva às pessoas a se agruparem, a formarem e discutirem opiniões, conseqüentemente a trocarem experiências.
O cidadão é aquele que vive em conjunto, se organiza, organiza a cidade, se relaciona com as pessoas e cria vinculos. E a nossa missão será permitir que os cidadãos de Canguçu "denunciem" tudo que afeta nossa comunidade.
Além de contribuir para a formação da identidade de nossa comunidade. O jornalismo proposto pelo JORNAL PORTAL DO SUL tem o intuito de colaborar também para documentação histórica, moral e ética de nosso povo.
Devemos ressaltar que a notícia oral ou virtualizada nunca terá a força da palavra posta no papel. O velho jornal de papel é que possui maior poder de convencimento junto às camadas formadoras de opinião.
No contexto da mídia, o poder da informação impressa é tão superior que os demais setores acabam se norteando por ela. Nenhum pauteiro de TV ou de rádio inicia o trabalho sem antes saber as trazidas pelo jornal impresso.
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